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Afinal, O que é maçonaria ?

Pode se dizer, que maçonaria é uma sociedade fraternal, que admite qualquer homem livre e que tenha bons costumes. É formada de homens de todas as raças. As principais exigências da maçonaria de acordo com a Wikipedia, é que  o candidato tem que acreditar em um criador, e que ele tenha respeito pela sua família, ter um bom propósito de ir em busca da perfeição, entre outras.
A Maçonaria também é uma sociedade discreta. Existe hoje no mundo aproximadamente 6 milhões de integrantes espalhados entre 5 continentes. Os maçons são acolhidos por suas qualidades morais e intelectuais. Caso queira entender mais, veja o vídeo que com certeza você irá entender mais, sobre este assunto tão curioso, e interessante. Só para finalizar o post, os maçons são do bem, eles pregam a igualdade, a fraternidade e a lealdade. Só pelo fato deles já terem a exigência que o candidato tenha respeito pela família, e bons costumes, já se percebe que eles são sim do bem. Apesar deles agirem tão discretamente.

A maçonaria é uma Seita ?


A Maçonaria é uma Seita?
Uma seita e segundo a definição na respectiva página da Wikipédia é: conceito originariamente sociológico e é utilizado para designar, em princípio, simplesmente qualquer doutrina, ideologia ou sistema que divirja da correspondente doutrina ou sistema dominante (ou mais de um, quando for o caso), bem como também para designar o próprio conjunto de pessoas (o grupo organizado ou movimento aderente a tal doutrina, ideologia ou sistema), os quais, conquanto divergentes da opinião geral, apresentam significância social ora nem a Maçonaria diverge de nenhuma ideologia dominante, pois os seus membros são de várias ideologias, nem é herética, pois não faz escolhas contrárias ou diferente de um credo ou sistema religioso que pressuponha um sistema doutrinal organizado, ortodoxo, aliás deixa aos seus membros a liberdade de culto exterior e interna para além de que não promove qualquer "deturpação" de sistemas filosóficos instituídos, ideologias políticas, paradigmas científicos, movimentos artísticos, ou outros como até os influênciou nos últimos séculos. Muito antes de haver democracia nas sociedades já na Maçonaria se elegiam nas Lojas os seus Mestres oficiais e as Obediências Maçônicas os seus órgãos de gestão interna.
Para além desta justificação a resposta a esta pergunta deve ser dada de um modo indirecto, ao pedir-se a admissão a qualquer Obediência Maçônica é costume dizer-se ao candidato que procure não sair antes de ter completado os três anos, pois é considerado o tempo mínimo para conhecer o essencial de qualquer Obediência Maçônica, isso é pedido porque existem substânciais diferenças entre a Maçonaria e uma seita, a saber:
Para uma seita entra-se com muita facilidade e é muito difícil de se sair, na maçonaria é precisamente ao contrário;
Na maçonaria e ao contrário do que é usual em seitas, não há Gurus, até se costumama dizer a todos até aos não iniciados, que a maçonaria é o Mestre de cada um de nós;
O único dogma aceite é que se deve sempre obedecer à própria consciência.

A Maçonaria é laica e promove com isso o ateísmo?
A Maçonaria é de facto e na sua esmagadora generalidade (pois poderá haver Obediências Maçônicas que não o promovem) constituída por Obediências Maçônicas laicas, e o termo laico muitas vezes é confundido erroneamente com o termo ateu, existem provavelmente mais maçons crentes do que ateus (estes serão uma minoria) mas os ateus são tal como os agnósticos tolerados e aceites nas Obediências Maçônicas de espirito liberal e adogmático. Uma organização laica é uma organização que promove o Laicismo (citando a Wikipedia), o laicismo é uma doutrina filosófica que defende e promove a separação do Estado das igrejas e comunidades religiosas, assim como a neutralidade do Estado em matéria religiosa. é referido que esta visão filosofica não deve ser confundida com o ateísmo de Estado porque e bem não o promove, aliás os valores primaciais do laicismo são a liberdade de consciência, a igualdade entre cidadãos em matéria religiosa, e a origem humana e democraticamente estabelecida das leis do Estado, por isso Constituições de muitos países são promotoras do Laicismo e o Estado nestas declara-se Laico. A maçonaria deste modo ao ser Laica promove deste modo apenas e só uma sociedade mais tolerante e não um ou outro ponto de vista religioso, o que seria o caso se defendesse o ateísmo, pois este é apenas mais um ponto de vista religioso, que não é partilhado por uma grande maioria de maçons.

O que é o segredo maçónico?
O segredo é o de todo o iniciado, ou seja, um segredo de experimentação própria nas várias iniciações a que é submetido e na aprendizagem do prosseguimento do seu caminho que é pessoal e intransmissível, esse é o verdadeiro segredo Maçónico, o resto são interpretações febris ou mais ou menos mistificadas dos detractores da maçonaria no seu conjunto.

Porque são reservadas as suas reuniões?
Responde-se a esta questão como outra: Porque é que nós não podemos assistir ás reuniões gerais de todas associações e já agora porque não damos as nossas opiniões nestas? É simples a resposta: É porque se não somos seus associados não temos esse direito. Esta resposta é valida para a maçonaria, as Obediências Maçônicas são associações legalizadas nos paises onde actuam.

A maçonaria é satanica, os seus membros são satanicos e promovem o satanismo?
Grandes seres humanos foram e são Maçons, bem como péssimos seres humanos também foram e serão, maçons como Augusto Pinochet ou o Marechal Carmona em oposição a Salvador Allende e Norton de Matos, as duas faces da mesma moeda, nesta encontramos para além destes, traidores e mitómanos da maçonaria tais como Leon Taxíl que promoveu reconhecidas falsidades acerca da maçonaria e é com mitómanos como este a que se deve a origem à ligação dita "cientifica” da maçonaria ao culto do satanismo em oposição à fase de ligação dita de "crença malévola" ou anti-religiosa que era promovida pela Igreja Católica Apostólica Romana ou outras Igrejas Cristãs Orientais ou Protestantes como a Calvinista.
Desde a primeira tomada de posição oficial da Igreja Católica sobre a maçonaria que data de 1738, com o Papa Clemente XII, até à segunda metade do século XIX a Cúria Romana escreveu cerca de 400 documentos sobre este tema.
As notícias dessas condenações papais espalharam-se rapidamente por todo o mundo ocidental cristão, e os eclesiásticos do primeiro grau da escala hierárquica, os vigários e os curas, celeradamente trataram de difamar os maçons e a maçonaria perante os fiéis de suas paróquias, dizendo-os mancomunados com o diabo para destruir a Igreja e o Papado e devido a esses factos, as mentes populares assim insufladas deram asas à sua fantasia e estabeleceu-se uma cultura antimaçónica tão conhecida de todos.
Muitos, ainda hoje, acreditam piamente que os maçons ao serem iniciados entregam a sua alma ao Diabo, assinando com seu próprio sangue um termo de compromisso, bem como outras tolices desse tipo. Essas fantasias são coisas tão ignorantes e ridículas que comprometem por demais o conceito de seriedade das autoridades da Igreja Católica Apostólica Romana ao não se empenharem decididamente em combatê-las, o que o deveriam fazer pois tiveram uma grande responsabilidade na sua promoção.
É preciso não esqueçer o inusitado protagonismo dado pelo Alto Clero Cardinalício Italiano às teorias absolutamente ridículas e comprovadamente falsas espalhadas por Léo Táxil aliás de seu nome, Marie-Joseph Gabriel Antoine Jogand-Pagès e que segundo algumas fontes foi iniciado Maçon, educado por Jesuítas e autor de panfletos, primeiro anti-clericais e mais tarde de panfletos e livros anti-maçónicos e inventor do Palladium como a mais secreta Ordem Maçónica moderna onde relata a fantasiada história da também inexistente Diana Vaughan que segundo este foi a Grande Sacerdotisa desta Ordem e que editou o livro Memórias de uma ex-Palladista, esta faz depois deste apaixonado relato a sua conversão ao Catolicismo Apostólico Romano, o que provocou uma onda de simpatia dentro do Alto Clero Italiano, que até se deram ao trabalho de escrever a apoiarem a pobre senhora, mas quando esta mentira se tornou insustentável, como aconteceu numa célebre conferência realizada na Sociedade Geográfica em Paris, no dia 19 de Abril de 1897, confessou: Na minha confissão ao Padre Jesuíta de Clamart, eu acuso-me a mim próprio de um crime imaginário. Bem, eu admito o meu crime. Eu cometi o infanticídio: o Palladismo, está agora morto, para sempre. O seu pai matou-o agora. Não obstante esses fatos nenhuma nota ou posição oficial foi escrita pela Igreja Católica Apostólica Romana a comentar a mentira que espalhou ou a distanciar-se desta, diferente da antitude anterior que antes tivera um trabalho activo no espalhar destas mentiras e difamações muito graves.
-Fonte

Maçonaria no Brasil

   A Maçonaria brasileira, pelo menos, está entrando em um nível de excitação cultural e educacional com a criação de lojas de pesquisa, camarotes compostas por estudantes universitários, academias etc, que em breve irá, inevitavelmente, ter uma evolução significativa. Tal como no passado, a Maçonaria emprestou sua organização para um país que não tinha partidos políticos, e pode, no limiar do século 21, a ajudar o país, que ainda tem instituições políticas com uma performance pré-iluminista rançosa, criando verdadeiramente republicano valores e instituições. O Brasil proclamou a República, mas seus valores ainda são patrimonialista. O grande desafio é que a Maçonaria pode ajudar o Brasil a ajustar sua escala de valores e desempenho neste século.
Demos especial ênfase para as duas divisões no século XX pela sua importância estratégica. Dois anexos também compõem o presente trabalho: i) a lista dos Grão-Mestres do GOB, e ii) um quadro estatístico sobre as obediências e os maçons brasileiros considerados como regulares, como o GOB, Grandes Lojas e COMAB (Confederação Maçônica do Brasil). Também deve ser notado que todas as divisões no Brasil são devido à derrota nas eleições, ao invés de diferenças doutrinárias. A partir dos dados aqui apresentados, pode-se dizer que o Brasil tem mais de 6.000 lojas maçônicas, e cerca de 200.000 membros. Estes são os chamados poderes regulares.
Primórdios
Com os dados disponíveis hoje, a primeira referência conhecida a uma loja maçônica brasileira teria sido nas águas territoriais da Bahia em 1797, na fragata francesa, La Preneuse, chamado Cavaleiros da Luz, logo depois transferido para Barra, distrito de Salvador. No entanto, a primeira Loja regular no Brasil foi a reuniao, fundada em 1801 no Rio de Janeiro, filiada ao Oriente da Ilha de França (Ile de France), antigo nome da Ilha Maurício, na época uma possessão francesa, atualmente Britânico.
Dois anos depois, o Grande Oriente Lusitano, desejando espalhar no Brasil, a "verdadeira doutrina maçônica", nomeado para o efeito três delegados, com plenos poderes para criar lojas regulares no Rio de Janeiro, filiado ao Grande Oriente. Criaram então Lodges Constância e Filantropia, que, juntamente com a reuniao, serviu como um centro comum para todos os maçons existentes no Rio de Janeiro, regular e irregular, promovendo a abertura de outros, até o grau de Mestre. Apesar das controvérsias que exigem mais pesquisas nesta área, estas foram as primeiras lojas oficiais considerada regular, pois havia, anteriormente, os grupos secretos, para mais ou menos maçônica formas, funcionando mais como clubes ou academias, mas não eram Lodges no sentido de da palavra.
Após a fundação dos primeiros três lojas "oficiais", eles se espalharam, nos primeiros anos do século XIX, Lodges nas províncias da Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro, livre, ou sob os auspícios do Grande Oriente Lusitano eo Grande Oriente da França. Deve notar-se que os governos coloniais do dia foram instruídos precisamente para evitar o funcionamento do Lodges no Brasil. Tanto é assim que as lojas - Constancia e Filantropia - foram fechados em 1806, no Rio de Janeiro, deixando as atividades maçônicas na cidade, mas continuando e expandindo, especialmente na Bahia e Pernambuco. Rio de Janeiro, no entanto, poderia ficar sem um Lodge, e apesar desta proibição, o trabalho prosseguiu com a Lojas São João de Bragança e Beneficencia.
Um fato importante para o futuro da história do Grande Oriente do Brasil era que o Lodge Commercio e Artes fundada em 1815, manteve a sua independência, adiando a sua filiação ao Grande Oriente Lusitano, porque seus membros queriam criar uma Obediência brasileira. Também deve-se notar que, em 1817, houve dois eventos de grande gravidade em termos de lesa-majestade. Duas revoluções eclodiram: i) a Revolução Pernambucana de 1817, um movimento revolucionário de caráter fortemente nacionalista, com a intenção de implementar a República no estado de Pernambuco, e ii) a Conspiração Liberal de Lisboa, em 1817, liderada pelo nosso irmão Geral Gomes Freire de Andrade, ex-Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano. Diante desse clima de sedição, tanto em Portugal como no Brasil, um decreto draconiano foi emitido em 30 de Março de 1818, que proibia o funcionamento das sociedades secretas. Os alojamentos, então, decidiu deixar o seu trabalho até que pudessem ser reaberto com segurança. Os maçons, no entanto, continuou a trabalhar secretamente como o Clube da Resistência, fundada no Rio de Janeiro.
A Revolução Liberal do Porto eclodiu em 1820, liderados por maçons portugueses, exigindo o retorno de D. João VI para Portugal. Desde então, os eventos começam a precipitar. A Revolução também eclode na Espanha, em 1820. A vaga liberal (maçônica) começou a desafiar os Estados absolutistas da Península Ibérica. No Brasil de 1821 começou com uma série de eventos político-militares, que culminou com a independência do Brasil. Como naquela época não existiam partidos políticos, uma organização era necessária para coordenar e mobilizar o descontentamento político, ea Maçonaria brasileira emprestou sua organização para esse fim. Ele voltou, então, à atividade de pleno direito.
O primeiro evento foi a sedição das tropas em 26 de fevereiro que impôs D. João VI o juramento à Constituição Português, o que causou o aparecimento de uma conspiração intenso, incluindo muitos maçons, buscando a independência do Brasil. Os seguintes eventos foram os de 20 de abril e 21, quando houve uma rebelião dos eleitores, exigindo a residência do rei do país, provocando a reação imediata das tropas portuguesas, que garantiu o embarque da família real. Todos esses fatos têm atraído a atenção da polícia contra os maçons, o que não impediu, porém, que a Loja Commercio e Artes retorno para trabalhar secretamente, retomando suas atividades em 24 de junho de 1821. Agora, com o nome de Lodge Comércio e Artes da Idade de Ouro, sob os auspícios do Grande Oriente de Portugal, Brasil e Algarve.
O afluxo de adesões foi tão grande nos meses seguintes, que logo foi considerada a criação de uma Obediência nacional, o que aconteceria em 17 de junho de 1822, com a subseqüente spin-off de "Comércio e Artes" lodge, formando o trio das lojas fundadores do Grande Oriente. A partir deste momento, a Maçonaria brasileira deixou de ser um grupo heterogêneo de lojas espalhadas ligados a alguma obediência estrangeira, para se transformar em outra célula do sistema de obediências mundo.
O que se segue é um breve resumo dos primórdios da fundação do Grande Oriente do Brasil, a mais antiga, maior e mais tradicional Obediência brasileira. Apesar da precariedade de documentos, pode-se apresentar a seguinte cronologia: 1796 - Fundação, em Pernambuco, o Areópago de Itambé, o que não era exatamente um Lodge, embora criado sob inspiração maçônicos, não foi totalmente composto por maçons;


1797 - Fundação da Loja Cavaleiros da Luz, na localidade de Barra, na Bahia;
1800 - Criação, em Niterói, da Loja União;
1801 - Instalação de Lodge reuniao, o sucessor da Loja União;
1802 - Criação da Bahia da Loja Virtude e Razão;
1804 - Fundação da Lojas Constância e Filantropia;
1806 - Encerramento da Lojas Constância e Filantropia pela ação do Conde de Arcos;
1807 - Criação da Loja Virtude e Razão Restaurada, o sucessor de Virtude e Razão;
1809 - Fundação da Loja Regeneração, em Pernambuco;
1812 - Fundação da Loja Distintiva em S. Gonçalo da Praia Grande (Niterói);
1813 - Instalação da Loja União na Bahia;
1813 - Fundamentos da obediência efêmera, sem suporte legal - que alguns consideram como o primeiro brasileiro Grande Oriente - composto por três lojas da Bahia e um do Rio de Janeiro;
1815 - Fundação da Loja Comercio e Artes, no Rio de Janeiro;
1818 - Emissão do Alvará de 30 de março, proibindo o funcionamento das sociedades secretas, o que causou a suspensão - pelo menos aparentemente - do trabalho maçônico;
1821 - Restabelecimento da Loja Comercio e Artes, no Rio de Janeiro;
1822-17 jun: fundação do Grande Oriente.